1 de maio de 2014

2 de março de 2014

Pela estação de São Bento

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A Estação Ferroviária de Porto - São Bento, igualmente denominada de Estação de São Bento, e originalmente como Estação Central do Porto, é uma interface de caminhos de ferro, que serve a cidade do Porto, em Portugal; embora tenha entrado ao serviço no dia 7 de Novembro de 1896, só em 5 de Outubro de 1916 é que se deu a inauguração oficial. Está situada na Praça de Almeida Garret, na cidade do Porto, tendo o edifício da Estação, de influência francesa, sido delineado pelo arquitecto portuense José Marques da Silva.









7 de janeiro de 2014

Apeadeiro de Gelfa - Linha do Minho

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O Apeadeiro de Gelfa é uma interface ferroviária desactivada da Linha do Minho, que servia a localidade de Gelfa, na Freguesia de Âncora, em Portugal.

Esta interface encontra-se no troço da Linha do Minho entre as Estações de Darque e Caminha, que entrou ao serviço em 1 de Julho de 1878.

Em Junho de 1913, possuía a categoria de paragem, sendo utilizada pelos comboios tramways entre Viana do Castelo e Valença





Perto de Gelfa nos anos 60-70 na Linha do Minho (Foto disponivel na Web - Desconheço o autor)

23 de dezembro de 2013

Estação de Barca d'Alva - Linha do Douro

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Barca d’Alva é um lugar pertencente à freguesia de Escalhão, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, situada no Norte do distrito da Guarda, e inserida no Parque Natural do Douro Internacional. Junto à aldeia situa-se a fronteira com Espanha, aqui definida pelo curso dos rios Águeda e Douro.

Em 1887, Barca d'Alva foi palco da conclusão da Linha do Douro, que na Ponte do Águeda atinge o seu 200º e final quilómetro. Com a ligação feita à estação de Boadilla através de La Fregeneda, a Linha do Douro transformou-se numa linha internacional, sendo a ligação mais directa entre o Porto e o resto da Europa.

Estação fronteiriça, Barca d'Alva possuia, além dos equipamentos normais de uma estação de grande importância e terminal como cocheiras e placa giratória, os postos aduaneiros, posto da Guarda Fiscal, e um hotel.

Porém, em 1985, o troço Boadilla-Fregeneda-Fronteira do Águeda foi encerrado. Barca d'Alva e o Douro perdiam a sua ligação internacional, e em 1988 era a vez do último comboio apitar em Barca d'Alva, com o encerramento do troço Pocinho-Barca d'Alva. Actualmente, todo o conjunto da estação está abandonado.

Com a elevação do troço espanhol a Património de Interesse Público, e apontamento de verbas para a sua reabertura, o projecto de uma ciclovia entre o Pocinho e Barca d'Alva pelo leito de via da Linha do Douro ficou em xeque.

Mais ainda, quando uma coligação de autarquias formalizou a sua vontade em reabrir ao tráfego ferroviário este troço, reatando-se assim passados mais de 20 anos as ligações internacionais de e para o Porto, via Linha do Douro. Nada foi entretanto decidido.

Barca d'Alva é também dotada de cais fluvial, assinalando o limite de navegabilidade do Douro, que começa na sua foz no Porto.

Barca d'Alva é ainda o último local onde é possível atravessar o Douro de e para território português, através da ponte rodoviária Almirante Sarmento Rodrigues.

Barca d'Alva é uma zona bastante rica no que concerne as actividades agrícolas.

No que respeita a agricultura, as culturas com maior peso são os olivais, vinhas e amendoais.

São dos terrenos em redor de Barca d'Alva que saem os melhores azeites do mundo cuja acidez pode rondar os 0,05º, azeitona de conserva, vinho de consumo, vinho do porto, moscatel de Favaios e amêndoas doces para diversos produtos de doçaria.

Existem ainda junto as orlas do Rio Douro alguns laranjais, de onde provêem excelentes laranjas com características organolépticas excepcionais.

A par destas culturas também é desenvolvida a produção de gado, nomeadamente de Ovelha





13 de dezembro de 2013

Ferradosa - Linha do Douro

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O mais difícil é mesmo o caminho mas, uma vez chegados, a natureza compensa. O antigo cais da Ferradosa, na linha ferroviária do Douro, deu lugar a um espaço de bar e restaurante com um dos enquadramentos mais deslumbrantes.


Por ali foi igualmente construído um ancoradouro para os barcos que cada vez mais povoam o curso fluvial.

Os actuais proprietários praticam uma cozinha de base regional, saborosa, com produtos genuínos e de criteriosa confecção, mas que exige repouso após a refeição. Tudo a condizer, portanto, com as solicitações da envolvente.

Além da sinuosa estrada (N222-3) que liga à sede do concelho, mas sempre por entre a beleza dos vinhedos do Alto Douro Património Mundial, pode-se também chegar à Ferradosa por comboio ou de barco

Em ambos os casos passeios de beleza única, com a vantagem de que o restaurante proporciona toda a logística.

Além disso, há também passeios pedestres ou de todo-o-terreno pela área envolvente.

Texto : Público - Restaurantes e Bares

28 de novembro de 2013

Estação do Pocinho - Linha do Douro

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Pocinho é uma aldeia de Portugal, sita no concelho de Vila Nova de Foz Coa, distrito da Guarda. A sua estação ferroviária é actualmente o terminal da Linha do Douro. Perto da aldeia fica a barragem do Pocinho, no rio Douro. A montante da barragem, na margem esquerda do rio, está instalado um cais fluvial com capacidade para navios com porte até 300tdw.

A povoação desenvolveu-se com a construção da estação ferroviária, que serviu de ligação entre várias regiões e se tornou num importante entreposto de mercadorias, especialmente minério e produtos agrícolas

O Pocinho é um dos pontos de ligação entre os distritos da Guarda e de Bragança, ligando os concelhos de Vila Nova de Foz Coa e Torre de Moncorvo. Antes da construção da barragem a travessia era feita através de uma ponte rodo-ferroviária, que se encontra actualmente encerrada para ambos os tipos de tráfego.

Nas suas raízes Vila Nova de Foz Côa encontra o homem paleolítico que, com modestos artefactos, vincou na dureza do xisto ambições e projectos do seu universo espiritual e material, fazendo deste santuário o maior museu de arte rupestre ao ar livre, hoje Património da Humanidade.

Os vestígios da ocupação humana, mais ou menos intensa, prolongam-se pelos tempos castrejos e romanos. Os escassos testemunhos do período suevo-visigótico e árabe garantem, contudo, a continuidade dos núcleos populacionais. Contrariando as vicissitudes próprias das terras fronteiriças nestas paragens, a vida comunitária revelou-se regular e contínua, a partir do séc. X.

O interesse régio e senhorial, no sentido de promover o povoamento e desenvolvimento desta região, foi confirmado através da concessão de cartas de foral aos habitantes das povoações, conferindo-lhes importância juridico-administrativa. No Séc. XIX, apesar de ter sido cenário de desordens, de perseguições e lutas fraticidas (a guerrilha dos Marçais espalhou o terror na região) que acompanharam a implementação do liberalismo, a vila de Foz Côa assumiu a liderança do concelho, após vários condicionalismos que justificaram a substituição ou absorção de algumas sedes concelhias, nomeadamente as múltiplas reformas administrativas oitocentistas.

Não obstante, os oito pelourinhos que resistem desde então, na área do actual concelho, testemunham a autonomia municipal e são o símbolo da ancestral vida comunitária na Região.

Paisagens severas no seu traço natural, indelevelmente vincadas pelos sulcos vigorosos dos seus rios, o Douro e o Côa, que ligaram as gentes desta região ao exterior e permitiram granjear a sua riqueza, constituem um cenário de grandiosidade pela minúcia com que os artistas impressionaram os vastos campos agrícolas semeados de simpáticas vilas e aldeias.

Nas ondulações do relevo, as povoações arrumam-se nos cumes mais aplanados, de onde podem observar os povoados vizinhos rodeados de vinhas, amendoeiras e oliveiras nos dias claros e de intensa luminosidade.

Noutros, porém, em que a neblina cerceia os horizontes e a melancolia os invade, é o convite à interpretação dos espaços de proximidade, dos modos de ser e de fazer de uma população que fez do estoicismo o seu estatuto e, resistentemente, ergueu o cenário transcendente que nos admira, empolga e extasia.

Belezas ancestralmente buriladas por trabalho árduo e porfiado, impõe-se que sejam observadas dos locais mais alcandorados. Dos inúmeros miradouros do concelho, de onde a vista se espraia e se perde na bruma e nos confins da serrania, que a natureza ergueu mas o homem elegeu e aí instalou espaços de oração e de lazer, completam quadros de extasiante bucolismo.

Retiros de silêncio, paz, meditação, mas também de saudável convívio, os Miradouros do Concelho de Vila Nova de Foz Côa, no alto, fazem-nos estar entre o céu e a terra, prescrutar o labor das suas gentes no amanho dos campos, divisar as suas aldeias batidas pelo sol e, beleza sublime, observar as deambulações dos seus rios entre os dorsos corcovados dos gigantes que as mãos dos seus homens domaram.

O Concelho de Vila Nova de Foz Côa fica situado a norte do Distrito da Guarda, Região Norte (NUTS II) e na sub-região do Douro (NUST III) à Latitude N 41° 4'57.77" e Longitude W 7° 8'12.04". Está limitado com os concelhos de Torre de Moncorvo e Carrazeda de Ansiães (a Norte), com Mêda e Pinhel (a Sul), com Figueira de Castelo Rodrigo (a Este) e a Oeste com São João da Pesqueira e Penedono. É atravessado pelo Itinerário Principal, IP2, pela E.N 102 e 222, respectivamente.

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