Sou apenas um amante do mundo ferroviário !!! Real e miniatura . Não tenho a pretensão de ensinar seja o que for pois não tenho capacidade para tal. Este blogue é apenas o local onde partilho os meus módulos , o meu material circulante, os meus passeios, as minhas fotografias ... tudo o que gira á volta dos comboios . Espero que gostem e desejo a todos uma boa viagem !
Maquina Fotografica
Porquê ?
"Nos últimos 25 anos , Portugal perdeu 700 Kms de vias férreas, desactivadas em nome da boa gestão, do controlo do défice e dessa abstracção onde tudo cabe chamada progresso. À evidência, nem o país ficou mais rico, nem as populações mais bem servidas."
"A noite altera até mesmo os cenários mais familiares. Isso cria uma oportunidade única para um novo conjunto de fotografias. Por isso, ...
Modelismo Ferroviário
O modelismo ferroviário ou ferromodelismo é um hobby para toda a família, pois oferece uma opção de lazer com a participação de todos, pais e filhos... Tudo o que envolve a realização das montagens dos carris, instalações, construções em miniatura, cenários, paisagens até a operação dos controles dos comboios em si... Isso tudo é diversão garantida e as crianças a partir de 7 anos já estão aptas a participar com os pais da construção de uma Maquete.
Mãos á Obra !!!!
Notas sobre os Módulos
Escala - HO(1/87) Sistema- Modular de normativa propria Módulos - 92x40 centimetros Dimensões-732x40 centimetros Alimentação - Digital e Analógico Via - Roco Comboios - Roco ,Electrotren, Fleishmann, Liliput, R-trains, Trix, Mehano, Sudexpress Automovéis - Berkina, Viking, Viessmann Figuras- Preiser, Noch Acessórios -Faller, Vollmer, Bush, Noch, Viessmann Decoração - Woodland Scenics, Noch, Bush
OS CAMINHOS DE FERRO E A CP
A tarde de 28 de Outubro de 1856, ficou para a História de Portugal como o início da circulação de comboios em Portugal.
A 1ª viagem teve o seu inicio em Lisboa Santa Apolónia com destino ao Carregado, tendo o percurso de cerca de 40 quilómetros demorado 40 minutos.
1856 foi o começo da materialização do sonho que agitava todos os que ansiavam gozar as apregoadas excelências da viação acelerada.
Foi o governo da regeneração que operou o milagre, e, como principal obreiro deste, Fontes pereira de Melo.
Na verdade o caminho de ferro, por mais aperfeiçoadas que sejam as máquinas e por mais delicadas e precisas as instalações, é essencialmente uma obra de homens.
O trabalho humano sobrepõe-se e domina as máquinas, as instalações, toda a orgânica ferroviária.
O progresso do transporte desde o séc XVII até 1935, com o aumento da velocidade obtida elucida-nos sobre o progresso que, para facilidade do transporte das cargas, representou o invento do carril, o triunfo da via férrea.
Em Portugal até 1927 os caminhos de ferro eram constituídos por uma panóplia vasta de Empresas, vindo os caminhos de ferro do estado a ser fundidos na CP – Caminhos de Ferro Portugueses.
A Sociedade do Estoril só passou para a CP em 1974.
Em 1997 foi constituída a REFER, Empresa esta que veio a ficar com toda a parte da Infraestrutura.
Já neste século foi criada a Empresa Fertagus que opera os comboios urbanos no Eixo Roma/Areeiro e Setúbal.
OS CAMINHOS DE FERRO E A HISTÓRIA PORTUGUESA
Após 1825, data da construção da primeira linha-férrea em Inglaterra, defendeu-se a sua introdução em Portugal, como uma das formas de modernizar o país. Mas, Portugal ainda não se tinha recuperado das convulsões políticas e das guerras civis que enfrentou e não permitiam obter os capitais necessários para tão importante investimento.
No entanto, os projectos foram sendo apresentados e a partir de 1844, no apogeu do governo de Costa Cabral, surgem tentativas de passar-se à prática e à concretização dos mesmos. Em Dezembro de 1844, funda-se a Companhia das Obras Públicas em Portugal, que apresenta como um dos seus principais objectivos a construção do caminho-de-ferro de Lisboa à fronteira espanhola, com a clara intenção de ligar o país à Europa.
Em Outubro de 1845, publicam-se as Bases que o Governo de Sua Majestade Fidelíssima oferece para a construção de caminhos-de-ferro em Portugal, que não tiveram qualquer resultado prático.
Só após 1851 com fim do governo cabralista e o início de um período político conhecido por Regeneração, cuja figura de destaque foi António Maria Fontes Pereira de Mello, se reuniram as condições para iniciar a construção da rede ferroviária nacional.
Iniciado em 1853, por uma companhia inglesa, Companhia Central dos Caminhos-de-ferro em Portugal, inaugurou-se em 28 de Outubro de 1856, entre Lisboa e o Carregado. Demoraria no entanto, mais de meio século a achar-se concluída a rede ferroviária nacional.
O NASCIMENTO DOS CAMINHOS DE FERRO
A locomotiva a que chamou Blucher, tinha como objectivo o transporte de materiais da mina, puxava uma carga de 30 toneladas a 6 km/h. A primeira linha-férrea (61 km) foi construída por Stephenson, entre Stockton e a região mineira de Darling e inaugurada em 27 de Setembro de 1825.
Em 1829, construiu-se a linha-férrea entre Liverpool e Manchester que passou a usar uma nova locomotiva, a Rocket, com uma caldeira tubular, invenção do engenheiro francês Marc Seguin e que atingia velocidades próximas dos 30km/h.
O caminho de ferro foi o motor de arranque para o desenvolvimento desenfreado na transição de um meio de transporte lento e limitado dos minérios para os passageiros, vindo já em 1835 a atingir os 100 km/h, algo que mesmo para as mentes mais avançadas da época era algo impensável e inatingível.
O caminho de ferro foi o embrião de desenvolvimento de várias formas de fixação e migração das populações, desenvolvimento de novas urbes, gestação das novas indústrias e categorias profissionais, algo de grande relevo e garante do desenvolvimento socioeconómico das sociedades.
O Comboio teve o seu arranque na Europa, mas rapidamente se expandiu pelos vários continentes, sendo o dínamo incandescente do desenvolvimento dos EUA, servindo como o elo de ligação entre os dois Oceanos (Atlântico e Pacifico).
Caminhos
"Um comboio avança velozmente para o seu destino. Atravessa os campos como uma flecha. Penetra nos túneis. Cruza cidades e aldeias. Parece uma serpente mecânica a deslizar com toda a perfeição. Dentro do comboio desenrola-se o drama da humanidade. Gente de todas as raças, de todas as idades, de todas as condições sociais. Gente que ama e gente que odeia. Uns acham que o comboio leva uma velocidade exagerada; outros vão satisfeitos, contemplando a paisagem. Uns preocupam-se em saber se ele chegará ao seu destino, enquanto outros, despreocupados, passeiam pelas carruagens. E o comboio continua a correr, impassível, em direcção ao destino. A todos transporta, sem se interessar pelas diferenças. A viagem é grátis, mas ninguém pode sair do comboio. Vive-se dentro dele. Podem os passageiros estar tristes ou alegres, mas isso nada influencia o comboio, que continua a correr infatigavelmente para a meta. Mas para onde vamos? E quem espera por nós?"
Almanaque das Missões (2007)
Os Comboios
De que cor são os comboios?
Sei que os há de várias, mas para mim são sempre pretos. Circulam sobretudo de noite e associo-os a silvos como os das aves nocturnas, elas que também têm os olhos abertos à escuridão.
Agora, já não há comboios como os de antigamente, mas quando os havia com "wagons-lit" e "wagons-restaurants", nem muito lentos nem muito rápidos, lugar mágico para todos os encontros e desencontros, que melhor podia haver para uma viagem do que um comboio?
Os aviões parecem-se com essas taças de champagne onde deitaram imensa espuma. Quando se consegue chegar ao fim, é bom, mas é tão poucochinho. No comboio até há tempo para se sair de Roma decidido a uma separação conjugal e chegar a Paris reapaixonado pela mulher.
Nos comboios cabe a vida inteira e ainda sobeja vida.
Actualização 28-5-2012.
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Olá a todos,
Foram feitos mais uns avanços na maqueta.
Já coloquei os pilares e as bases dos 3 níveis. Inicialmente toda esta
estrutura era para ser em c...
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Olá a todos, cá estou mais uma vez a dar continuidade a este blog. Não
tenho conseguido ultimamente dar continuidade na minha maqueta, tenho
aproveitado ...
QUINTA DE SACAIS!
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* A "QUINTA DE SACAIS" fica na freguesia do Bonfim, cidade do Porto, e é
uma das muitas quintas que rodeavam o Porto antigo. Hoje, a sua
propriedade imens...
Desta vez o Domingo foi passado pelos meandros do Metro do Porto. Uma viagem até a Póvoa de Varzim para tirar algumas fotografias da estação e algumas composições que por lá estivessem. Onde noutros tempos passaram milhares de composições da CP agora "deslizam" umas belas composições da Metro do Porto que realizam esta viagem num abrir e fechar de olhos. Com a devida Credencial da Metro do Porto tivemos liberdade de movimentos por parte dos seguranças e pelo pessoal da empresa. Um domingo diferente..mas sempre com os carris no horizonte !
Antes de chegar a Póvoa uma paragem pela estação de Verdes onde El Comandante foi perseguido por um segurança mais zeloso.
Póvoa de Varzim é uma cidade portuguesa do distrito do Porto, Região Norte e sub-região do Grande Porto. Pertence ainda à Grande Área Metropolitana do Porto.
Situada numa planície costeira arenosa, a sul do Cabo de Santo André, a meio caminho entre os rios Minho e Douro, é povoada por 42 396 habitantes na área urbana, num total de 63 408 habitantes no município, segundo o censo de 2011. Embora a porção urbanizada esteja alargada, a sul, para Vila do Conde, havendo uns 100 000 habitantes na aglomeração urbana.
A cidade destaca-se também, segundo o Instituto Nacional de Estatística, como centralidade dos concelhos vizinhos de Vila do Conde e Esposende configurando-se assim como um dos pólos da região Norte.
As primeiras populações fixaram-se no seu território entre quatro a seis mil anos atrás. Por volta de 900 a.C., a instabilidade na região levou à fundação de uma cidade fortificada.
O mar sempre teve primazia na sua cultura e economia, primitivamente através do comércio marítimo, depois com a pesca, levando a que adquirisse um foral em 1308 e, consequentemente, tornou-se no principal porto de pesca do Norte de Portugal em pleno século XVIII.
O teor elevado de iodo nas suas águas e extensos areais, levam ainda, no mesmo século, a ser tornar num eminente centro balnear
Cidade de feição contemporânea e bairros mais antigos, a Póvoa de Varzim desfruta de uma cozinha piscatória rica e mantém tradições antigas, tais como siglas poveiras ou masseiras. É uma das poucas zonas de jogo legal em Portugal e possui industrias têxtil e alimentar significativas.
A linha B do Metro do Porto liga a Póvoa de Varzim à cidade do Porto e ao aeroporto em dois tipos de serviços, o normal e o "expresso". A linha opera numa antiga ferrovia que entrou em actividade em 1875 e foi desactivada em 2002 para dar lugar ao metro. O caminho-de-ferro foi expandido e chegou a Famalicão em 1881, tendo sido desactivado em 1995 e planeia-se a adaptação do canal para ciclovia. Os carros americanos apareceram em 1874 e permaneceram nas ruas da cidade até aos primeiros anos do século XX.
O Casino da Póvoa é uma referência no jogo e entretenimento no Norte desde a década de 1930, onde os jogos e espectáculos têm lugar durante todo o ano. Em 2006, era o segundo casino em lucros, com 54 milhões de euros e o terceiro mais popular com 1,2 milhões de clientes. O Restaurante Egoísta do Casino da Póvoa, haute cuisine de inspiração portuguesa, é envolvido por uma galeria de arte, com obras de autores nacionais tais como Graça Morais, Júlio Resende, Nikias Skapinakis ou Rogério Ribeiro. A Filantrópica, criada em 1935, é uma cooperativa de cultura cujas acções culturais vão desde exposições de pintura a cursos de dança.[
Ei-lo !! El Comandante em mais um registo fotográfico desta vez não pela ferrovia mas sim pelo Metro !
Um habitante da Póvoa de Varzim é conhecido por Poveiro. De acordo com o Censos, existiam 63 470 habitantes , sendo que 38 848 (61,2%) dos quais viviam na cidade. O número sobe para 100 000 quando se considera áreas-satélite envolventes, tornando-a na sétima maior área urbana independente em Portugal, dentro de uma aglomeração policêntrica de cerca de três milhões de pessoas.
A área urbana tem uma densidade populacional de 3035 hab./km², enquanto a rural e suburbana têm uma densidade de 355,5 hab./km². As áreas mais afastadas da cidade tendem a ser muito pouco povoadas, tornando-se mais densas quanto mais próximas desta. Durante o Verão a população residente atinge os 200 mil; este movimento sazonal proveniente de cidades vizinhas é motivado pela praia e 29,9% das casas tinham uso sazonal em 2001, o mais alto do Grande Porto
A Póvoa de Varzim possui 12 km ininterruptos de praias de areia dourada, formando enseadas divididas por rochedos, afamadas por serem águas ricas em iodo. A maioria das praias da cidade são orientadas para a família tais como a Redonda, Salgueira e Lagoa e durante o período estival podem receber multidões, enquanto que aquelas mais afastadas do coração da cidade, como Santo André. A Salgueira e a Aguçadoura são praias de surf, enquanto que a Verde e a do Quião são praias de encontros. Localizada perto do parque de campismo do Rio Alto, a praia do Rio Alto é frequentemente escolhida por naturistas dado o acesso dificil e a privacidade oferecida pelas dunas de areia.
Olá caro amigo filósofo. Fiquei satisfeito pelo vosso passeio sobre carris, mas em metro! Mas a história deste meio de transporte? Embora recente é dos que mais viajantes transporta. De qualquer forma não vos poderia acompanhar, pois tive de levar o meu filho a Campanhã, para viajar no "intercidades" até àcapital onde irá passar quatro dias de férias com... Abraços do recruta (cabo?) texas,
Boas fotos amigo Luís Miguel.Sim vale a pena fotografar a linha do metro, pois o que hoje é moderno e recente, será recordado no futuro, e começar essa tarefa para outras gerações o poderem apreciar!!! Um abraço..........
Olá caro amigo filósofo. Fiquei satisfeito pelo vosso passeio sobre carris, mas em metro! Mas a história deste meio de transporte?
Embora recente é dos que mais viajantes transporta.
De qualquer forma não vos poderia acompanhar, pois tive de levar o meu filho a Campanhã, para viajar no "intercidades" até àcapital onde irá passar quatro dias de férias com...
Abraços do recruta (cabo?) texas,
Boas fotos amigo Luís Miguel.Sim vale a pena fotografar a linha do metro, pois o que hoje é moderno e recente, será recordado no futuro, e começar essa tarefa para outras gerações o poderem apreciar!!!
Um abraço..........
Muito bom Luis !! O Metro do Porto é magnifico..rápido e eficaz.
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